Machu Picchu é a meta de atletas com DM1

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Subir a mais de 4.700 metros de altitude e depois descer para encontrar Machu Picchu, conhecida como a cidade perdida dos incas. Esse é o plano que 12 atletas de oito países traçaram para executar no fim deste mês. Se o desafio já é grande para a maioria das pessoas, para esse grupo é ainda mais especial. Eles têm diabetes tipo 1 e estabeleceram como uma de suas metas de vida não deixar que essa condição os afaste da aventura, do esporte e da boa qualidade de vida.

Periodicamente o grupo se encontra para vencer novos obstáculos. A Sanofi e a World Diabetes Tour são os responsáveis pela organização destes desafios: no ano passado, eles estiveram no ponto mais alto da África, o monte Kilimanjaro e, neste ano, o objetivo se encontra no interior do Peru, na cidade construída pelos incas no século XV e descoberta por exploradores apenas no século XIX.

Os atletas vêm da França, Canadá, Espanha, Estados Unidos, China, Índia e Peru. O Brasil comparece com o atleta Alexei Caio e o médico Mauro Scharf. Endocrinologista e triatleta, Scharf – que já cruzou os Andes duas vezes, da Argentina para o Chile – se diz disposto a ajudar e também aprender com o grupo. “Quero conhecer um pouco mais sobre motivação e engajamento, entender melhor de onde tiram a força para agir em situação adversa”, explica o especialista. Outra motivação do médico é observar o comportamento de glicosímetros e medicamentos submetidos a baixa temperatura e grande altitude, além de auxiliar clinicamente os demais atletas. O grupo terá ainda dois médicos canadenses e um francês, igualmente atletas. “Ajudar o time a manter a glicemia normal e evitar a hipoglicemia será um grande desafio para o grupo médico”, afirma Scharf.

Alexei, que participou da expedição ao Kilimanjaro, acredita que a excursão ao Peru será um pouco mais fácil apenas do ponto de vista da alimentação. “Na África tomamos muito cuidado com a alimentação e a hidratação e, mesmo assim, tivemos algum mal-estar”, lembra o atleta.

Parte do grupo vai se encontrar em Lima, capital do Peru, e dali irá até a cidade de Cuzco, onde todos vão se reunir e partir para a expedição. Serão cinco dias para aclimatação e para percorrer uma extensão de aproximadamente 70 km. “A distância é pequena, mas como vamos caminhar a quase 5 mil metros de altitude, o desafio é grande”, afirma Alexei.

O primeiro dia de escalada terá uma caminhada de mil metros na vertical, mas isso ainda será fácil, na opinião do brasileiro. O segundo dia, que ele considera o mais difícil, será de subida intensa até o ponto mais alto da programação, na trilha Salkantay. O terceiro e o quarto dias serão dedicados à descida, até a chegada em Machu Picchu.

Para enfrentar o desafio, Alexei vem se preparando há tempos. Ele pratica aikidô e intensificou esse treinamento não só em função da escalada, mas, também, porque no final do ano vai fazer um exame para candidatar-se ao 4º grau de faixa preta nessa modalidade.

Na mochila, Alexei e Scharf levarão uma camiseta da expedição assinada por vários pacientes com diabetes tipo 1 como símbolo motivador desse desafio. Ao chegar ao topo, eles levantarão essa “bandeira”, representando o apoio de todos os pacientes e, principalmente, que o diabetes bem controlado é a CHAVE para a superação. O lema: Busque o controle, ouse sonhar!

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A escalada do grupo conta com o apoio do Programa StarBem  da Sanofi, que oferecerá fotos, vídeos e atualizações diárias deste desafito.

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